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Universo atualizado: Projeto Carnosia (1993–2026)

Em 1993, no auge da corrida biotecnológica pós-Guerra Fria, um laboratório secreto financiado por interesses militares e farmacêuticos — o Instituto Von Huene, escondido na Patagônia argentina — criou o vírus Carnosia-1. O objetivo era ambicioso e perverso: inserir genomas parciais de carnossauros (Allosaurus, Giganotosaurus e formas basais) em células germinativas humanas para gerar “organismos híbridos” de alta resistência, úteis em terapias regenerativas e, secretamente, em armas biológicas.

O vírus foi projetado para se integrar apenas ao DNA de mulheres e reprogramar a gestação. Em testes iniciais com voluntárias (muitas vezes sem consentimento real), os resultados foram imediatos e horripilantes: as grávidas começaram a dar à luz crias de carnossauros após apenas 11 a 14 semanas de gestação. As primeiras mortes foram encobertas. O vírus escapou do laboratório no final de 1993.

A Contaminação (1994–2010)

Ao longo dos anos 90 e 2000, o vírus se espalhou silenciosamente por meio de fluidos corporais, sangue e, em alguns casos, através de vetores animais. Governos tentaram conter a informação, mas o número de partos monstruosos cresceu. Hospitais viraram zonas de quarentena. Mulheres em idade fértil passaram a ser monitoradas, isoladas ou esterilizadas em massa em vários países. A natalidade humana despencou.

Os carnossauros nascidos de humanas eram viáveis, agressivos e, o mais importante, se reproduziam assexuadamente por partenogênese acelerada. A cada poucos meses, um indivíduo maduro gerava novas ninhadas. O genoma instável mutava rapidamente, produzindo espécies cada vez mais especializadas.

A Escalada (2011–2025)

Na década de 2010, as populações de carnossauros já formavam bandos estáveis em áreas rurais e florestas. Cidades começaram a ser abandonadas. Em 2018–2022 ocorreram as grandes “Quedas”: metrópoles como Buenos Aires, São Paulo, Cidade do México, Lagos e partes da Índia e do Sudeste Asiático foram perdidas. Os humanos restantes se concentraram em enclaves fortificados, plataformas oceânicas, cidades subterrâneas e regiões polares.

As mutações geraram uma explosão de diversidade:

  • Formas clássicas de planície (descendentes de Allosaurus)
  • Gigantes de 14–16 metros (linhagens Giganotosaurus)
  • Predadores urbanos ágeis e noturnos
  • Variantes semi-aquáticas
  • Espécies anãs oportunistas
  • Raros “híbridos inteligentes” com resquícios de postura ereta e capacidade limitada de usar ferramentas

2026: A Conquista Completa

Em setembro de 2026, os últimos grandes enclaves humanos caíram ou se renderam à realidade. A população humana mundial foi reduzida a menos de 180 milhões de sobreviventes, isolados em bolsões fortificados e sob constante ameaça. Os carnossauros dominam praticamente toda a superfície terrestre e grande parte das costas.

A Era Humana terminou oficialmente. O planeta agora pertence aos carnossauros — uma nova radiação evolutiva nascida de um laboratório em 1993 e consolidada em apenas 33 anos.

O vírus original nunca foi erradicado. Continua mutando. E, em alguns laboratórios clandestinos ainda operacionais, há quem continue tentando “controlar” o que já não tem controle.

Resumo da história dos carnossauros (Carnosauria)

Os carnossauros (Carnosauria) são um grupo extinto de dinossauros terópodes carnívoros, bípedes e geralmente de grande porte, que viveram principalmente do Jurássico Médio ao Cretáceo Superior (cerca de 174 a 90 milhões de anos atrás). O nome deriva do grego e significa “lagartos comedores de carne”.

Origem e classificação

O termo foi criado por Friedrich von Huene em 1920. Por muito tempo, “Carnosauria” funcionou como um “depósito” para praticamente todos os terópodes grandes, incluindo formas não relacionadas (como megalossaurídeos, espinossaurídeos, ceratossauros e até tiranossaurídeos) e até animais que não eram dinossauros. Análises cladísticas das décadas de 1980 e 1990 mostraram que o grupo era polifilético (não formava um grupo natural).

Hoje, Carnosauria é definida de forma mais restrita: os tetanuros mais próximos de Allosaurus do que das aves modernas. Em muitas classificações modernas, o grupo é quase sinônimo de Allosauroidea (alossauros e parentes), embora alguns estudos recentes (como o de 2019 com Asfaltovenator) incluam também os megalossauróideos como um grau basal.

Características principais

  • Crânio longo e estreito, com órbitas (olhos) grandes.
  • Dentes em forma de adaga, serrilhados e comprimidos lateralmente (ideais para cortar carne).
  • Fêmur geralmente mais longo que a tíbia.
  • Três dedos nas mãos.
  • Tamanho variável: muitos atingiam 8–12 metros; os maiores (como Giganotosaurus, Carcharodontosaurus e Mapusaurus) estavam entre os maiores predadores terrestres conhecidos.

História evolutiva e distribuição

Apareceram no Jurássico Médio e se diversificaram especialmente no Jurássico Superior e Cretáceo Inferior/Médio. Foram predadores dominantes em vários continentes, com representantes importantes na América do Norte (Allosaurus), Ásia, África e América do Sul (os carcharodontossaurídeos gigantes da Patagônia e do norte da África).

Os últimos carnossauros definitivos (carcharodontossaurídeos) desapareceram por volta de 90 milhões de anos atrás (Turoniano). Depois disso, o nicho de grandes predadores foi ocupado principalmente por abelissaurídeos (no hemisfério sul) e tiranossaurídeos (no norte).

Exemplos famosos

  • Allosaurus (Jurássico Superior da América do Norte) – o “carnossauro clássico”.
  • Giganotosaurus, Carcharodontosaurus, Mapusaurus e Tyrannotitan – gigantes do Cretáceo.
  • Formas basais como Monolophosaurus e Asfaltovenator.

Em resumo, os carnossauros representam a principal linhagem de grandes predadores “clássicos” do Jurássico e Cretáceo Médio, antes da ascensão dos tiranossauros e abelissauros no final da Era Mesozoica. O conceito científico do grupo mudou bastante ao longo do tempo, passando de um termo amplo e informal para um clado mais rigorosamente definido.

1. Herrerasaurus (Triássico Superior – Argentina) Media cerca de 3 a 4 metros de comprimento e pesava entre 200 e 350 kg. Possuía um corpo alongado e ágil, com pernas traseiras longas e potentes. A cabeça era relativamente grande, com mandíbulas fortes e dentes serrilhados curvados. Os braços eram curtos, mas terminavam em mãos com três dedos e garras afiadas. A cauda era longa e rígida, servindo de contrapeso durante a corrida. Era um predador solitário que caçava pequenos e médios vertebrados. Provavelmente emboscava suas presas em ambientes de floresta e planícies. Seus dentes indicam uma dieta exclusivamente carnívora. É considerado um dos primeiros dinossauros verdadeiramente predadores. Viveu há cerca de 231 milhões de anos, no início da era dos dinossauros.

2. Coelophysis (Triássico Superior – América do Norte) Tinha entre 2 e 3 metros de comprimento e pesava apenas 15 a 25 kg. Corpo extremamente esbelto, pescoço longo e flexível, e cauda muito longa. A cabeça era estreita, com dezenas de dentes pequenos e afiados. As pernas traseiras eram longas e adaptadas para corrida rápida. Provavelmente possuía uma cobertura de proto-plumas. Fósseis em massa indicam que vivia em grandes grupos. Caçava pequenos répteis, insetos e possivelmente filhotes de outros dinossauros. Há evidências de canibalismo em situações de escassez de alimento. Era um predador extremamente ágil e oportunista. Habitava planícies semiáridas há cerca de 210 milhões de anos.

3. Dilophosaurus (Jurássico Inferior – América do Norte) Atingia 6 a 7 metros de comprimento e cerca de 400–500 kg. Destaque para as duas cristas ósseas paralelas no topo do crânio. Corpo relativamente leve e esguio para o tamanho. Dentes longos, mas finos e frágeis, não adaptados para presas muito grandes. Braços longos com garras afiadas. As cristas provavelmente serviam para comunicação visual ou exibição sexual. Caçava principalmente animais de médio porte e possivelmente peixes. Não era um predador de topo como os grandes terópodes posteriores. Movimentava-se com agilidade em ambientes de rios e florestas. Viveu há aproximadamente 193 milhões de anos.

4. Ceratosaurus (Jurássico Superior – América do Norte e Europa) Media entre 6 e 7 metros e pesava cerca de 500–900 kg. Possuía um chifre nasal proeminente e pequenas cristas sobre os olhos. O corpo era robusto, com ossos dérmicos (osteodermas) ao longo do dorso. Dentes grandes, profundos e fortemente serrilhados. Braços curtos, mas funcionais, com quatro dedos. Era um predador poderoso de médio-grande porte. Provavelmente caçava sozinho ou em pares. Competia com o Allosaurus pelos mesmos recursos. Sua armadura dérmica pode ter servido de defesa em combates. Habitava planícies e florestas do final do Jurássico.

5. Allosaurus (Jurássico Superior – América do Norte e Europa) Podia atingir 8 a 12 metros de comprimento e 1,5 a 2,5 toneladas. Cabeça grande com cristas baixas acima dos olhos. Braços relativamente longos e fortes, com três garras afiadas. Dentes serrilhados e curvados, ideais para cortar carne. Corpo musculoso e cauda longa para equilíbrio. Era um dos predadores mais comuns e bem-sucedidos do Jurássico. Caçava saurópodes jovens, estegossauros e ornitópodes. Há indícios de caça em grupos em alguns sítios. Poderia tanto atacar presas vivas quanto se alimentar de carniça. Viveu há cerca de 155–145 milhões de anos.

6. Compsognathus (Jurássico Superior – Europa) Tinha apenas 1 a 1,4 metro de comprimento e pesava 2 a 3 kg. Corpo extremamente leve e ágil, com pernas longas. Cabeça pequena e estreita, repleta de dentes minúsculos e afiados. Possivelmente coberto de proto-plumas. Braços curtos com duas garras principais. Era um predador de insetos, lagartos e pequenos vertebrados. Extremamente rápido e manobrável. Fósseis mostram restos de lagartos no estômago. Vivia em ambientes insulares e costeiros. Um dos menores dinossauros carnívoros conhecidos.

7. Ornitholestes (Jurássico Superior – América do Norte) Media cerca de 2 metros e pesava aproximadamente 10–15 kg. Corpo esbelto, pescoço longo e cauda rígida. Mãos longas com garras curvas e afiadas. Cabeça pequena com focinho pontiagudo. Provavelmente emplumado. Caçava pequenos animais, ovos e possivelmente insetos. Era um predador oportunista e ágil. Usava as garras das mãos para agarrar presas. Habitava florestas e planícies do Jurássico Superior. Seu nome significa “ladrão de pássaros”.

8. Cryolophosaurus (Jurássico Inferior – Antártida) Atingia 6 a 7 metros de comprimento e cerca de 350–500 kg. Possuía uma crista óssea transversal no topo da cabeça (em forma de pente). Corpo relativamente robusto para a época. Dentes serrilhados e fortes. Braços moderadamente longos. A crista provavelmente servia para display visual. Era o maior predador conhecido da Antártida no Jurássico. Caçava em um ambiente polar, com estações marcadas. Provavelmente se alimentava de herbívoros de médio porte. Viveu há cerca de 190 milhões de anos.

9. Megalosaurus (Jurássico Médio – Europa) Media entre 6 e 9 metros e pesava 1 a 1,5 toneladas. Corpo robusto e cabeça grande. Dentes grandes e serrilhados. Braços curtos com três dedos. Foi o primeiro dinossauro cientificamente nomeado (1824). Predador ativo de médio-grande porte. Caçava ornitópodes e saurópodes jovens. Provavelmente solitário. Habitava as planícies e florestas da Europa jurássica. Seu nome significa “grande lagarto”.

10. Spinosaurus (Cretáceo Médio – Norte da África) O maior terópode conhecido: 14 a 15 metros e até 7–8 toneladas. Vela dorsal alta formada por espinhas neurais. Focinho longo e estreito, semelhante ao de um crocodilo. Dentes cônicos, ideais para prender peixes. Membros posteriores relativamente curtos e cauda achatada. Altamente adaptado à vida semi-aquática. Principalmente piscívoro, mas também caçava outros animais. Passava grande parte do tempo em rios e lagos. Provavelmente nadava com eficiência. Viveu há cerca de 112–93 milhões de anos.

11. Baryonyx (Cretáceo Inferior – Europa) Media 8 a 10 metros e pesava cerca de 1,5–2 toneladas. Focinho longo e estreito com dentes cônicos. Garra enorme (cerca de 30 cm) no polegar. Corpo relativamente baixo e alongado. Semelhante ao Spinosaurus, mas sem a grande vela. Especialista em pesca. Usava a grande garra para fisgar peixes. Também se alimentava de carcaças e pequenos dinossauros. Habitava ambientes fluviais e pantanosos. Seu nome significa “garra pesada”.

12. Suchomimus (Cretáceo Médio – Níger) Atingia 9 a 11 metros e cerca de 2,5–3,5 toneladas. Focinho crocodiliano muito longo. Vela dorsal baixa. Dentes cônicos e numerosos. Braços longos e fortes. Predador piscívoro de ambientes de rio. Caçava peixes grandes e possivelmente crocodilos. Podia também atacar animais terrestres nas margens. Corpo adaptado tanto à água quanto à terra. Viveu no mesmo ecossistema que outros grandes predadores africanos.

13. Carcharodontosaurus (Cretáceo Médio – Norte da África) Media 12 a 13 metros e pesava 6 a 8 toneladas. Dentes enormes, serrilhados e semelhantes aos de tubarão. Cabeça grande e alongada. Corpo robusto e poderoso. Braços relativamente curtos. Um dos maiores predadores terrestres de todos os tempos. Caçava grandes saurópodes e ornitópodes. Mordida projetada para cortar grandes pedaços de carne. Competia com o Spinosaurus pelos recursos. Viveu há cerca de 100–94 milhões de anos.

14. Giganotosaurus (Cretáceo Médio – Argentina) Atingia 12 a 13 metros e 6 a 8 toneladas. Cabeça extremamente grande (mais de 1,5 m). Dentes afiados e serrilhados. Corpo alongado e musculoso. Braços curtos com três dedos. Um dos maiores predadores terrestres já existentes. Provavelmente caçava saurópodes gigantes. Há indícios de possível caça em grupos. Mais leve e possivelmente mais ágil que o T. rex. Viveu há cerca de 99–97 milhões de anos.

15. Mapusaurus (Cretáceo Médio – Argentina) Media 11 a 12,5 metros e cerca de 5–6 toneladas. Muito semelhante ao Giganotosaurus. Dentes grandes e cortantes. Corpo robusto. Fósseis encontrados em concentrações de vários indivíduos. Sugere comportamento de caça em grupo. Caçava grandes saurópodes como Argentinosaurus. Provavelmente caçadores cooperativos de diferentes idades. Um dos poucos grandes terópodes com evidência social forte. Viveu no mesmo período e região do Giganotosaurus.

16. Acrocanthosaurus (Cretáceo Inferior – América do Norte) Atingia 11 a 12 metros e cerca de 5–6 toneladas. Altas espinhas neurais no dorso formando uma crista muscular. Cabeça grande e dentes poderosos. Braços relativamente longos. Predador de topo das planícies norte-americanas. Caçava grandes ornitópodes e saurópodes. A crista dorsal pode ter servido para display ou suporte muscular. Provavelmente solitário. Um dos maiores terópodes da América do Norte no Cretáceo Inferior. Viveu há cerca de 113–110 milhões de anos.

17. Carnotaurus (Cretáceo Superior – Argentina) Media 7 a 9 metros e pesava 1,5–2 toneladas. Chifres ósseos acima dos olhos. Focinho muito curto e profundo. Braços extremamente reduzidos (quase vestigiais). Pernas longas e adaptadas para corrida. Predador rápido e provavelmente emboscador. A cabeça era especializada em impactos e mordidas poderosas. Caçava ornitópodes e pequenos saurópodes. Pele com escamas e pequenos nódulos ósseos. Um dos predadores mais peculiares da América do Sul.

18. Abelisaurus (Cretáceo Superior – Argentina) Media 7 a 9 metros e cerca de 1,5–2 toneladas. Cabeça profunda e curta. Braços muito curtos. Dentes afiados e serrilhados. Corpo robusto. Típico abelissaurídeo sul-americano. Caçava ornitópodes e saurópodes de médio porte. Provavelmente solitário. Competia com outros abelissaurídeos e megaraptores. Viveu há cerca de 80 milhões de anos.

19. Aucasaurus (Cretáceo Superior – Argentina) Tinha 5 a 6 metros de comprimento e cerca de 700–1000 kg. Semelhante ao Carnotaurus, mas sem chifres grandes. Braços muito reduzidos. Cabeça profunda. Pernas longas. Predador ágil de médio porte. Caçava ornitópodes e pequenos herbívoros. Provavelmente emboscava suas presas. Fósseis bem preservados permitem boa reconstrução. Viveu no final do Cretáceo na Patagônia.

20. Tyrannosaurus rex (Cretáceo Superior – América do Norte) Media 12 a 13 metros e pesava 7 a 9 toneladas. Cabeça enorme com dentes de até 30 cm (ossocrushers). Braços minúsculos com dois dedos. Pernas traseiras extremamente poderosas. Olhos voltados para frente (boa visão binocular). Predador de topo e oportunista. Caçava hadrossauros, ceratopsídeos e anquilossauros. Também se alimentava de carniça. Mordida mais poderosa de qualquer animal terrestre conhecido. Viveu há 68–66 milhões de anos.

21. Albertosaurus (Cretáceo Superior – América do Norte) Media 8 a 10 metros e pesava 1,5–2,5 toneladas. Mais leve e esguio que o T. rex. Cabeça alongada e dentes afiados. Pernas longas e adaptadas para corrida. Braços curtos com dois dedos. Possivelmente caçava em grupos (fósseis em massa). Predador de hadrossauros e ceratopsídeos. Mais ágil que os grandes tiranossaurídeos. Viveu em planícies e florestas do Canadá. Cerca de 70 milhões de anos atrás.

22. Daspletosaurus (Cretáceo Superior – América do Norte) Atingia 8 a 9 metros e cerca de 2–3 toneladas. Mais robusto que o Albertosaurus. Dentes poderosos e cabeça larga. Braços curtos. Evidências de combate entre indivíduos da mesma espécie. Predador próximo ao T. rex. Caçava grandes herbívoros. Provavelmente solitário ou em pequenos grupos. Viveu há cerca de 77–74 milhões de anos. Um dos tiranossaurídeos mais bem conhecidos.

23. Tarbosaurus (Cretáceo Superior – Ásia) Media 10 a 12 metros e pesava 4–5 toneladas. Muito semelhante ao T. rex. Braços ainda menores. Cabeça grande e dentes poderosos. Predador de topo da Ásia. Caçava hadrossauros e saurópodes. Provavelmente solitário. Habitava desertos e planícies da Mongólia. Viveu no final do Cretáceo. Às vezes chamado de “T. rex asiático”.

24. Yutyrannus (Cretáceo Inferior – China) Atingia 8 a 9 metros e cerca de 1,5 toneladas. Coberto de longas penas filamentares. Um dos maiores dinossauros emplumados conhecidos. Cabeça grande com crista baixa. Braços relativamente longos. Viveu em clima frio. Provavelmente caçava em grupos. As penas serviam para isolamento térmico. Predador de médio-grande porte. Viveu há cerca de 125 milhões de anos.

25. Deinonychus (Cretáceo Inferior – América do Norte) Media 3 a 3,5 metros e pesava 70–100 kg. Grande garra em forma de foice no segundo dedo do pé. Corpo ágil e provavelmente coberto de penas. Braços longos com garras afiadas. Cabeça alongada com dentes serrilhados. Caçador inteligente e possivelmente em grupo. Usava a garra do pé para imobilizar e matar presas. O modelo real dos “velociraptores” dos filmes. Caçava ornitópodes de médio porte. Viveu há cerca de 115–108 milhões de anos.

26. Velociraptor (Cretáceo Superior – Ásia) Tinha apenas 1,8 a 2 metros e pesava 15–20 kg. Totalmente emplumado, incluindo asas. Garra em foice no segundo dedo do pé. Focinho longo e estreito. Braços longos com penas. Predador ágil e oportunista. Caçava pequenos e médios animais. Famoso fóssil mostra luta com Protoceratops. Provavelmente caçava em pares ou pequenos grupos. Viveu em desertos da Mongólia há 75–71 milhões de anos.

27. Utahraptor (Cretáceo Inferior – América do Norte) Media 5 a 7 metros e pesava 300–500 kg. O maior dromeossaurídeo conhecido. Garra em foice enorme (até 24 cm). Corpo robusto e poderoso. Provavelmente emplumado. Predador capaz de derrubar presas grandes. Usava as garras dos pés e mãos em ataques combinados. Caçava ornitópodes e pequenos saurópodes. Um dos predadores mais perigosos de seu ambiente. Viveu há cerca de 135–130 milhões de anos.

28. Achillobator (Cretáceo Superior – Mongólia) Atingia 5 a 6 metros e cerca de 250–350 kg. Corpo robusto para um dromeossaurídeo. Garras poderosas nos pés e mãos. Provavelmente emplumado. Grande predador de médio porte. Caçava presas de médio a grande porte. Mais pesado e menos ágil que o Velociraptor. Habitava as planícies da Mongólia. Viveu no final do Cretáceo. Um dos maiores “raptores” asiáticos.

29. Microraptor (Cretáceo Inferior – China) Media apenas 0,8 a 1 metro e pesava 1 kg ou menos. Quatro asas (membros anteriores e posteriores emplumados). Corpo extremamente leve. Dentes pequenos e afiados. Capaz de planar entre árvores. Predador arborícola. Caçava pequenos vertebrados, insetos e possivelmente peixes. Um dos dinossauros voadores/planadores mais bem adaptados. Viveu em florestas densas. Há cerca de 120 milhões de anos.

30. Troodon (Cretáceo Superior – América do Norte) Media 2 a 2,5 metros e pesava 30–50 kg. Olhos grandes e cérebro relativamente grande. Dentes serrilhados e mãos com garras. Provavelmente emplumado. Possivelmente noturno ou crepuscular. Dieta variada (carnívoro/onívoro). Um dos dinossauros mais inteligentes conhecidos. Caçava pequenos animais e comia ovos e plantas. Habitava ambientes do norte da América. Viveu há cerca de 75 milhões de anos.

31. Megaraptor (Cretáceo Superior – Argentina) Media 7 a 8 metros e pesava cerca de 1 tonelada. Garras enormes nas mãos (até 30–35 cm). Corpo alongado e ágil. Cabeça relativamente pequena. Especialista no uso das garras das mãos. Predador de médio-grande porte. Caçava ornitópodes e pequenos saurópodes. As garras eram suas principais armas. Habitava a Patagônia. Viveu há cerca de 90–85 milhões de anos.

32. Australovenator (Cretáceo Médio-Superior – Austrália) Media 5 a 6 metros e pesava cerca de 500 kg. Corpo ágil e leve. Garras afiadas nas mãos e pés. Cabeça alongada. Predador rápido e manobrável. Caçava ornitópodes e pequenos animais. Adaptado ao ambiente australiano. Um dos terópodes mais completos da Austrália. Viveu há cerca de 95 milhões de anos. Seu nome significa “caçador do sul”.

33. Fukuiraptor (Cretáceo Inferior – Japão) Media 4 a 5 metros e pesava cerca de 300–400 kg. Corpo leve e ágil. Garras afiadas. Cabeça moderadamente grande. Predador de médio porte em ambiente insular. Caçava ornitópodes e pequenos vertebrados. Adaptado a ilhas do Cretáceo. Um dos poucos terópodes bem conhecidos do Japão. Viveu há cerca de 120 milhões de anos. Nome relacionado à província de Fukui.

34. Irritator (Cretáceo Médio – Brasil) Media 6 a 8 metros e pesava cerca de 1 tonelada. Focinho longo e estreito (spinosaurídeo). Dentes cônicos. Possivelmente tinha uma pequena vela. Principalmente piscívoro. Habitava ambientes costeiros e fluviais do nordeste brasileiro. Caçava peixes e possivelmente outros animais aquáticos. Seu crânio foi reconstruído artificialmente no passado (daí o nome). Um dos spinosaurídeos sul-americanos. Viveu há cerca de 110 milhões de anos.

35. Skorpiovenator (Cretáceo Superior – Argentina) Media 6 a 7 metros e pesava cerca de 1–1,2 toneladas. Cabeça profunda e coberta de rugosidades ósseas. Braços curtos. Corpo robusto. Típico abelissaurídeo. Predador de ornitópodes e pequenos saurópodes. Provavelmente emboscador. A textura da cabeça pode ter servido para display. Habitava a Patagônia. Viveu há cerca de 95 milhões de anos.


Pronto! Agora cada dinossauro tem aproximadamente 10 linhas. Quer que eu ajuste o tamanho, adicione mais detalhes em algum específico ou organize de outra forma?

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